terça-feira, 24 de junho de 2008
EDGY lança games interativos para Volkswagen e GM
segunda-feira, 23 de junho de 2008
livro A Cauda Longa

O livro "A Cauda Longa" (do original em inglês The Long Tail) de 2004, é o resultado de um detalhado estudo desenvolvido por Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, no qual analisa as alterações no comportamento dos consumidores e do próprio mercado, a partir da convergência digital e da Internet. Trata-se da teorização de um fenômeno já existente e em virtuosa ascensão na indústria do entretenimento, que tem gerado um movimento migratório da cultura de hits para a cultura de nichos, a partir de um novo modelo de distribuição de conteúdo e oferta de produtos.
Antes da Internet, a oferta de produtos era feita única e exclusivamente através de meios físicos: um produto físico, distribuído através de um modelo de distribuição físico, exposto em lojas físicas, que atendiam os consumidores de determinada região. Nesse modelo, os custos de armazenagem, distribuição e exposição dos produtos são muito altos, o que torna economicamente viável apenas a oferta de produtos populares, para o consumo de massa. E é justamente por isso que crescemos acostumados a consumir um número reduzido de mega-sucessos; pop stars, block busters etc. Um varejista tradicional, que tem custos fixos altíssimos para manter sua loja aberta, não tem espaço nas prateleiras para ofertar um produto que não venda pelo menos algumas dezenas de exemplares todo mês. Essa é a cultura de hit.
Com o surgimento do mundo virtual, estamos cada vez mais transformando em bits o que antes era matéria. E é justamente o rompimento das barreiras físicas que torna possível a criação de modelos de negócios de Cauda Longa, em que a oferta de produtos é praticamente ilimitada, uma vez que os custos de armazenagem e distribuição digitais são infinitamente inferiores. Produtos economicamente inviáveis no modelo de hit encontram no meio digital seus consumidores. Por sua vez, os consumidores que antes tinham acesso a um número reduzido de conteúdos, passaram a ter uma variedade quase que infinita de novas opções. E passaram a experimentar mais, consumir produtos que até então desconheciam. É essa variedade e essa nova experimentação que proporcionam as alterações no consumo tradicional (Não é à toa que a geração da Internet é menos fiel às marcas e mais predisposta a consumir novos produtos).
O que antes era um mercado ignorado, não só passa a ter valor como vem crescendo a cada ano. Peguemos como exemplo o mercado de músicas digitais. Somadas, todas as centenas de milhares de músicas menos populares, de bandas menores ou desconhecidas no mainstream (novos nichos), cujas faixas vendem apenas alguns downloads ao ano na iTunes, já representam um volume de vendas equivalente ao dos poucos hits produzidos para vender milhões de unidades.
Importante destacar que o conceito de Cauda Longa se aplica a praticamente todo mercado, inclusive o mercado de mídia. Com a convergência digital, é muito provável uma reorganização na distribuição da audiência, não apenas por conta de alterações nas características dos meios e na maneira como são consumidos, mas principalmente por alterações no próprio comportamento do consumidor.
No Brasil, a Rain Network criou uma plataforma de comunicação baseada no conceito de Cauda Longa, cuja distribuição digital de filmes para cinema tem aumentado o acesso a conteúdos até então indisponíveis para o consumo no país.
Fonte: wikipedia
ver: http://www.thelongtail.com/
Dicas de leitura:
Entrevista da revista época com Chris Anderson no http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html
Reportagem "A Cauda Longa da Internet" no http://oglobo.globo.com/blogs/tecnologia/post.asp?cod_Post=48061
Mídia do Futuro - Monitor de vídeo Flexível
O projeto, de uma empresa americana em parceria com um centro de pesquisa brasileiro, prevê em dois anos a chegada ao mercado. “É possível a gente tirar o monitor flexível do bolso da camisa, enrolado, esticá-lo e assistir a filmes, ver e-mails e fotos. Depois, enrola o monitor flexível, guarda no bolso e segue viagem”, demonstra o pesquisador Marcelo Tielo.
Assistir à reportagem:http://www.youtube.com/watch?v=g6RNdYa1g3U&feature=related
Fonte: Jornal Nacional
AINDA ENVIANDO SPAM?
Forrester Research Institute.
Na reportagem “Liberte-se do Mau E-mail” (“Break Free From Bad Email”, no original), a analista Julie Katz propõe que as organizações adotem o que ela ironicamente chama de “e-mail intencional”, uma abordagem através da qual as empresas conseguem aumentar, a longo-prazo, os retornos dos e-mails aos inscritos.
“A maior parte das empresas que analisamos ainda está em um nível muito básico,” diz, apontado para a falha cometida por estas empresas ao usarem segmentação e dados integrados de e-mail com informação em outras bases de dados. “Elas não prestam a menor atenção para os custos do mau e-mail, para o custo de enviarem mensagens em excesso.”
Toda esta perturbação, Katz continua, causa um impacto bastante considerável nos lucros.
As razões pelas quais as empresas têm aumentado a freqüência de e-mails vão desde “só porque elas podem” até “porque os concorrentes também fazem isso”. Pior, a reputação destas empresas tende a ser desgastada devido a estas mensagens.
Chris Baggott, co-fundador da Exact Target, especialista em e-mails, e atualmente CEO e também co-fundador da Compendium Blogware, faz um relato. Apesar de seu status de cliente platinum perante a American Airlines, ele recebe um e-mail todas as quartas-feiras contendo “uma lista de vôos que decolam de lugares distantes de mim.”
Não causa surpresa o fato de Baggott concordar plenamente com o resultado aterrador a que o Forrester Institute chegou em uma pesquisa sobre o estado das comunicações de e-mail marketing. “[As empresas] têm usado o e-mail como se não fossem nada. Elas não tentaram uma conversa one-to-one. Elas ainda não tentaram tratar os clientes como seres humanos reais.”
Seguindo esta linha, ele recomendaria que a American Airlines avaliasse a si mesma pela enorme quantidade de informações que a empresa tem sobre ele. “Eles podem facilmente ajeitar as coisas para que um passageiro receba automaticamente um e-mail que informe quando um vôo está atrasado, com um pedido de desculpas e, talvez, um voucher para uma bebida grátis no próximo vôo,” Baggott diz. “Eles que me ofereçam algo deste tipo. Chega de ofertas de cartão de crédito.”
-- Passos para a relevância – Katz acredita que aqueles que lidam com o mercado estão começando a se dar conta disso, e, conseqüentemente, começaram a enfrentar os problemas que têm prejudicado as campanhas de e-mail ao longo da última década.
Ela acredita que as empresas que buscam a seriedade no que diz respeito ao “e-mail intencional” precisam seguir quatro passos.
Primeiro, elas devem fazer um esforço consciente para mudarem a mentalidade do e-mail, alterar de uma estratégia que enfatize retornos rápidos para uma que forje laços mais duradouros. “Em vez de perguntar ‘se eu mandar este e-mail hoje, quanto lucro obterei amanhã?’, elas deveriam perguntar ‘quanto a mais de lucro eu posso conseguir se eu gerenciar os e-mails mais adequadamente agora?”, ela afirma.
Depois disso, as pessoas que lidam com o mercado devem começar a pensar sobre métricas.Ranqueamentos abertos e ranqueamentos de cliques, enquanto instrutivos no curto-prazo, não dizem muito sobre fortalecimento de relação. Katz sugere que as empresas deveriam tentar vincular um valor monetário para cada cliente (e, assim, perceberiam o quanto os valores decrescem como resultado de campanhas de e-mails muito freqüentes), a fim de que se tornassem mais fáceis as conversações internas com os superiores que só pensam em dinheiro, que podem estar inclinados a acabar com tudo.
O terceiro passo é integrar o e-mail com os dados provenientes de outros canais, uma tarefa que tende a apresentar um desafio tecnológico. Katz aponta para um estudo prévio elaborado pelo Forrester Research Institute, notando que apenas um terço dos profissionais de marketing estão integrando sua base de dados de e-mail com outras informações. “É assim que se mostra aos clientes que a sua empresa sabe quem eles são e que está tentando abordar as necessidades deles,” ela continua.
Finalmente, as empresas deveriam mapear uma estratégia de longo-prazo para atingir certos segmentos, a fim de que elas consigam visualizar melhor como os clientes responderão ao longo do tempo a disparos de e-mails. “Pense se você está sobrecarregando o cliente ou se há sobreposição de mensagens provenientes de outras partes da empresa ao mesmo tempo”, ela aconselha.
Enquanto acredita que a importância crescente de relacionamentos individuais está afetando os e-mails, ela afirma que a maioria das organizações não tem os recursos para realmente ter uma abordagem one-to-one em seus e-mails. Ainda, ela diz, um timing cuidadoso e pequenas alterações nas mensagens podem fazer com que o e-mail seja visto como extremamente personalizado.
A Compendium Blogware aponta o Miracle-Gro como uma das poucas marcas que conseguem lidar com isso. “Eles usam o Canal do Tempo como fonte de alimentação para o engatilhamento de disparos de e-mails, de acordo com as estações do ano. Se a temperatura está alta em cinco dias de uma semana, então é primavera ou verão – o que faz com que o e-mail seja automaticamente disparado. Depois disso, eles perguntarão aos clientes o quão grande é o jardim de suas casas. Se o seu jardim for grande, o e-mail tratará de produtos para jardinagem ou mesmo para agricultura. Se você tiver um jardim pequeno ou se morar em uma cidade, receberá e-mails adequados a este contexto.É impressionante que mais pessoas não estejam fazendo algo assim.”
Fonte: Por Larry Dobrow, Escritor-Contribuinte - Peppers & Rogers Group
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Brasil atinge 200.000 assinantes nas redes 3G
O Brasil já tem quase 200 mil assinaturas de terceira geração na tecnologia HSDPA, segundo acompanhamento da 3G Americas, citando pesquisa da Informa Telecoms & Media. Em toda a América Latina soma 1 milhão de assinantes, sendo 400 mil deles só no México. Para a entidade, a chegada do iPhone na América Latina e Caribe deverá contribuir para a adoção da tecnologia na região, pois a interface amigável do aparelho estimula a navegação.No Brasil, o terminal será vendido pela Claro e pela Vivo, ainda sem data de lançamento. O México será o primeiro país a contar com o iPhone a partir de 11 de julho, data prevista para o lançamento do modelo de terceira geração
segunda-feira, 16 de junho de 2008
TECNOLOGIA - YOUTUBE POSSIBILITA ADIÇÃO DE COMENTÁRIOS EM VÍDEOS
Segundo a página explicativa da nova função, será possível acrescentar informações sobre o fundo do vídeo, criar histórias permitindo que usuários escolham seus caminhos dentro da obra e fornecer interatividade ao vídeo, acrescentando links clicáveis.
Nos três vídeos de demonstração divulgados pelo YouTube, percebe-se que a ferramenta pode criar balões de diálogos e fazer com que, pela primeira vez, os vídeos do YouTube se beneficiem do conceito de "hypervideo", em que links são integrados ao conteúdo multimídia.
Atualmente em beta, as anotações são suportadas apenas em vídeos em inglês. o YouTube não divulgou um prazo quando pretende tornar a função oficial e suportar novas línguas.
Fonte: IDGNow!
Como Adquirir o Livro "PUBLICIDADE NA ERA DIGITAL: um desafio para hoje"
Gostaria de agradecer a todas as pessoas que compareceram no Lançamento do livro no dia 11.06.08 na Livrarias Catarinense do Beiramar Shopping. Agradeço também ao Celso, à Denise e a todo o pessoal do FAM 2008 que me atendeu com muito carinho para o pré-lançamento no dia 10.06.08 na décima segunda edição desse evento que é um sucesso.
O livro "PUBLICIDADE NA ERA DIGITAL: um desafio para hoje" pode ser encontrado nas Livrarias Catarinense, na Nobel, na FEESC e na Livros e Livros em Florianópolis. Para os que estão fora desta região, basta acessar o site http://www.livrariascuritiba.com.br/index.php?system=livros&action=carrinho&id=9788560946082&eid=LVCSCO
ou entrar em contato com a Editora Pandion: editorapandion@editorapandion.com.br
Beijos e mais uma vez
muito obrigada!
