segunda-feira, 14 de julho de 2008

As tecnologias avançam rapidamente. Vamos Reciclar!!!

Só 3% das pessoas reciclam celulares antigos

Uma pesquisa realizada pela Nokia em 13 países aponta que somente 3% das pessoas no mundo têm o hábito de reciclar seus celulares antigos - no Brasil este número é um pouco menor, de 2%. Segundo o levantamento, a maioria guarda em casa os aparelhos sem uso. Três em cada quatro consumidores nem sequer pensam em reciclar seus dispositivos e quase a metade ignora que seja possível fazer isso.
O trabalho se baseou em entrevistas com 6.500 pessoas, distribuídas entre Finlândia, Alemanha, Itália, Rússia, Suécia, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, EUA, Nigéria, Índia, China, Indonésia e Brasil. O estudo foi desenvolvido para ajudar a Nokia a descobrir mais sobre atitudes e comportamentos dos consumidores com relação à reciclagem e subsidiar os programas e esforços da empresa com vistas ao aumento dos índices de reciclagem de celulares em desuso.
“Muita gente desconhece o fato de que os aparelhos antigos e sem uso podem ser reaproveitados e como isso pode ser feito. A Nokia está trabalhando com dedicação para facilitar esse processo, dando mais informações e expandindo seus programas globais de recuperação”, diz Markus Terho, diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.
De acordo com o executivo, se todos os três bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho em desuso, poderíamos economizar 240.000 toneladas de matéria prima e reduzir a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas. “Juntas, pequenas ações individuais podem fazer uma grande diferença”, reforça Terho.
As conclusões ressaltam que, apesar de as pessoas já terem possuído, em média, cinco celulares, poucos deles foram reciclados. Conforme o estudo, 44% dos consumidores no mundo deixam os aparelhos sem uso guardados em casa, enquanto no Brasil este percentual cai para 32%. Mas há quem prefira dar outro destino para os antigos telefones: um quarto doa seus dispositivos para amigos ou familiares e 16% vendem seus aparelhos usados nos chamados mercados emergentes.
Em nível global, 74% disseram que não pensam em reciclar seus telefones, apesar do fato de quase o mesmo número, 72%, achar que a reciclagem faz diferença para o meio ambiente. Esse resultado se repetiu em muitos países, com 88% dos indonésios não considerando a reciclagem de aparelhos em desuso, 84% dos indianos e 78% dos brasileiros, suecos, alemães e finlandeses.
A pesquisa mostra que uma das principais razões por tão poucas pessoas reciclarem seus celulares é que elas simplesmente não sabem que isso é possível ou como fazê-lo. Até 80% dos materiais dos aparelhos da Nokia são recicláveis – reutilizados podem ser aproveitados para fazer novos produtos como chaleiras de cozinha, bancos de parques, obturações dentárias e até saxofones. Em todo o mundo, metade das pessoas entrevistadas não sabia que os telefones podem ser reciclados dessa forma, sendo esse conhecimento mais baixo na Índia, com 17%, e na Indonésia, com 29%, e mais alto no Reino Unido, com 80%, e na Finlândia e Suécia, com 66%.
“Utilizando-se a melhor tecnologia de reciclagem, quase nada é desperdiçado. O plástico que não pode ser reutilizado é queimado para produzir energia para o processo de reciclagem, enquanto outros materiais são moídos em pequenos pedaços e usados como material de construção ou na construção de estradas. Desse modo, nada deve ir para o lixo”, completa o diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.
Muitas pessoas entrevistadas na pesquisa, mesmo as que estavam cientes de que um aparelho podia ser reciclado, desconheciam como fazer isso. Dois terços disseram que não sabiam como reciclar um aparelho em desuso e 71% ignoravam onde fazer isso.
A Nokia tem pontos de coleta de celulares em 85 países.As pessoas podem deixar seus aparelhos antigos nas lojas da Nokia e em quase cinco mil centros de atendimento. Para encontrar o ponto de coleta mais próximo, basta visitar a página http://www.nokia.com/werecycle.
Em resposta às conclusões da pesquisa, a Nokia está desenvolvendo campanhas e atividades para dar às pessoas mais informações sobre reciclagem do corpo, baterias, carregadores e acessórios de celulares. A empresa está também ampliando seu programa global de recuperação, adicionando mais caixas de coleta e intensificando a divulgação para despertar uma maior conscientização.
Fonte: Laís Prado - CCSP

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Mecanismo anticópias na TV Digital divide opiniões

Apesar do governo não ter posição fechada, Ministério da Cultura vê problemas nos mecanismos propostos.
Com a TV Digital aberta já implantada em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, a criação de mecanismos anticópias para se evitar a reprodução indiscriminada dos conteúdos segue sem definição. O governo não tem posição fechada sobre o tema, a radiodifusão quer a proteção dos conteúdos e os organismos de defesa do consumidor alegam que qualquer restrição neste sentido trará prejuízos aos telespectadores. O assunto foi debatido na tarde desta terça-feira, 8, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.O consultor da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), João Carlos Müller, destacou que as medidas tecnológicas de bloqueio às cópias que estão sendo propostas pelo setor estão de acordo com as convenções internacionais. Müller afirmou que, ao permitir uma cópia já está garantido o direito da reprodução doméstica sem prejuízos aos autores das obras, mas o que não pode acontecer é a geração de cópias indiscriminadamente."Um cópia pode, o que não pode é gerar filhotes", disse Müller.Para Marcos Alves de Souza, coordenador-geral de Direitos Autorais do Ministério da Cultura, o argumento defendido pelos radiodifusores não se sustenta. Souza garante que a adoção de ferramentas que impeçam a gravação de cópias pelos cidadãos não evitará a pirataria, trará danos apenas para os que desejam fazer cópias que não necessariamente seriam reproduzidas em larga escala. Ele destacou ainda que as tecnologias disponíveis não evitam a pirataria, mostrando que já há sites ensinando como quebrar o bloqueio tecnológicos aos consumidores."Na visão do Ministério da Cultura a restrição é tecnologicamente inviável, pois os sistemas de bloqueio em discussão já podem ser quebrados", destacou Souza.Frederico Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), argumentou que o bloqueio é necessário e consiste em um modelo de proteção das produções veiculadas na TV. Para ele, uma cópia em alta definição e reproduções em qualidade inferior deverão ser permitidas, mas o que não deve ocorrer é a oferta de um meio de reprodução em alta definição em larga escala promovendo a pirataria.O debate na comissão da Câmara serviu para esclarecer as dúvidas que pairam sobre a implementação ou não de sistemas anticópias. Durante o debate o representante do Ministério da Cultura informou que o Japão, país que possui sistema semelhante ao brasileiro de TV Digital, deixou de restringir a apenas uma cópia a reprodução de programas autorizando até nove reproduções.
Fonte: Alexandra Bicca - Meio e Mensagem

terça-feira, 8 de julho de 2008

MySpace fecha parceria com a Claro

A partir desta segunda-feira, 7, os internautas acostumados a acessar a rede social MySpace pelos computadores poderão fazê-lo também através dos telefones celulares. Em parceria exclusiva, os clientes da operadora Claro terão acesso aos perfis pessoais criados no site, poderão ler e responder mensagens, atualizar o humor, navegar pela rede, ver fotos dos amigos e ainda atualizar seus blogs com a inclusão de posts.Para acessar o MySpace Mobile, basta ter uma conta MySpace já habilitada ou criar uma por meio do site do portal. Isso feito, basta enviar um torpedo grátis com o texto "MYSPACE" para o número 250, acessar o link e fazer o login. A partir daí, o cliente Claro acessará sua página no MySpace direto do celular. Além disso, também é possível acessar o MySpace Mobile pelo portal Claro Idéias WAP no navegador web/WAP do celular. A facilidade pode ser utilizada por todos os usuários da operadora que possuam aparelhos compatíveis com o navegador WAP.
Fonte: meio e mensagem

sábado, 5 de julho de 2008

Palestra sobre Publicidade na Era Digital em Brusque

Nessa última quarta-feira 02.07.2008, Mariana Lapolli, autora do livro "Publicidade na Era Digital: um desafio para hoje", ministrou uma palestra abordando o tema de sua obra na Associação Educacional do Vale do Itajaí-Mirim - ASSEVIM - em Brusque. No auditório estavam presentes alunos do curso de comunicação social com habilitação em Publicidade e Propaganda.

Na mesma noite os alunos tiveram a oportunidade de assistir uma palestra sobre a TV Digital com Cristiano Floriano de Itajaí, além de promover um debate com os palestrantes e professores da instituição. "É muito importante que os estudantes estejam atentos às novas mídias que estão surgindo. A curiosidade dos alunos é muito grande e a constante realização de eventos como esse é fundamental para prepará-los para enfrentar um mercado em constante transformação", afirma Mariana.


Novas mídias... pra quem?

Não há melhor maneira de iniciar o assunto novas mídias, senão questionando: o que são novas mídias e para quem? Para uma criança ou um adolescente, se deparar com uma comunicação de um produto ou serviço no celular ou na internet já faz parte do seu dia-a-dia. Eles já nasceram ligados com o que há de novo, com o que surge a cada dia, com o que nos surpreende. A definição do que é ?tradicional? e ?novo? já levanta uma certa polêmica, pois definir o que é ?novo? e o que é ?tradicional? se torna uma tarefa muito difícil se não estiver claro com quem queremos falar. Temos que entender, antes de mais nada, o consumidor, em que momento vamos impactá-lo, qual a relevância de determinada mídia para ele, qual o índice de aceitação que terá naquele instante. Quem conseguir entender tudo isso estará estabelecendo um ponto de contato eficiente com o seu público-alvo.A nossa missão é fazer com que a comunicação se torne relevante. Isso pode nos levar a recomendar mídias digitais e também as formas tradicionais, inclusive o clássico comercial de 30? na televisão. É importante nesse contexto considerar que, em um país como o Brasil, as mídias tradicionais ainda continuam de fato as mais eficientes para se atingir as grandes massas. O que devemos é usar de forma mais inteligente a televisão, o rádio, a revista, o jornal, o cinema, a mídia exterior. A mídia online, como principal exemplo desse cenário das novas mídias, é muito importante em função dessa nova geração de consumidores. Mas a televisão continuará sendo um veículo extremamente poderoso por muito tempo, até em virtude da sofisticação da TV Digital, que permitirá a reprogramação de tudo.Acredito que o emprego de ferramentas como a internet e o SMS terão um uso cada vez maior, bem como a integração e a convergência desses meios com os canais clássicos de comunicação. O caminho é qualificar cada vez mais o público, o que significa descobrir por quais tipos de mídia ele gostaria de ser atingido.Para as agências, é um momento muito rico. Temos que pensar cada mídia de acordo com sua especificidade. Antigamente podia-se usar um filme criado para televisão no cinema, usar sua locução no rádio ou aproveitar o mesmo anúncio de jornal em revista. Essas fórmulas definitivamente não funcionam mais, cada meio tem sua linguagem. Até porque não existe receita de sucesso. Cada caso é um caso.Nos últimos dez anos, grandes mudanças ocorreram. Hoje, mais de 95% dos televisores têm controle remoto e o consumidor tem muito mais poder de decisão. A partir daí, a mídia passou a ser centrada no consumidor. Surge a necessidade de procurarmos alternativas. Mas quando falamos em novas mídias, temos que imaginar primeiro que tudo é mídia, tudo comunica, ou seja, não existe mídia alternativa. O importante é atingir o consumidor de forma relevante.
Fonte: Meio & Mensagem - por Antônio Jorge Alaby Pinheiro, sócio-diretor da Mídia 1

quarta-feira, 2 de julho de 2008

ABDOH Coloca o Brasil na Vanguarda da Mídia Digital Out-Of-Home

O publicitário Waltely Longo acaba de oficializar a criação da ABDOH - Associação Brasileira de Mídia Digital Out of Home – que nasce com 13 empresas fundadoras cuja atuação está focada num dos meios de comunicação que mais cresce em todo o mundo. A mídia digital out of home já é um mercado estimado em U$1,3 bilhões nos Estados Unidos, o que equivale a um dos mais elevados índices de crescimento na indústria da mídia exterior norte-americana. A trajetória desse tipo de mídia segue uma trilha de sucesso também no Brasil.

“O surgimento desses novos meios de comunicação que integram a categoria de mídia digital out of home é a resposta que o mercado esperava para reconquistar a atenção do consumidor, por meio da relevância que uma mensagem adquire ao ser transmitida em sincronia com o ambiente que ela se realiza”, diz Waltely Longo, presidente da ABDOH.
A ampla disseminação dos avanços tecnológicos ocorrida nos últimos anos e o profundo impacto que essas mudanças geraram no comportamento dos consumidores, vêm fazendo com que uma “nova ordem mundial de mídia” comece a assumir contornos mais nítidos e venha adquirindo aspectos cada dia mais concretos no panorama da comunicação mundial.
Essas rápidas transformações aceleraram a preocupação de anunciantes, profissionais de marketing e comunicação em todo o mundo, constatarem que as audiências estão cada dia mais dispersas, fragmentando a mensagem que chega aos consumidores. É nesse complexo contexto de mudanças que a tradicional disputa pela audiência vem perdendo espaço para uma batalha ainda mais acirrada. O novo desafio da comunicação é conquistar a efetiva atenção do consumidor num ambiente cada dia mais congestionado pela multiplicidade de estímulos e informações.
Baseado nesses fatores, analistas internacionais explicam o rápido e sólido crescimento registrado no setor de mídia digital out of home, definida como um tipo de meio de comunicação que atinge os consumidores quanto eles estão fora de suas casas. Sua principal característica é a utilização de monitores da alta tecnologia e transmissão digital de diferentes tipos de conteúdo.
A eficácia da mídia digital out of home está ligada à sua pertinência na conjuntura atual das metrópoles. Com uma concentração cada vez maior de pessoas e serviços, as grandes cidades apresentam uma realidade que torna propícia a oferta de uma mídia formatada exclusivamente para o cenário. “Enfim, os tempos modernos fazem com que as pessoas passem muito mais tempo fora de suas casas em comparação há 30 anos”, analisa Waltely Longo.
O mais importante conceito desses veículos é a oferta de comunicação dirigida para audiências cativas, como por exemplo: monitores instalados em redes de supermercados, shopping centers, bares e restaurantes. Há ainda aqueles estrategicamente instalados, com programação segmentada para públicos que se encontram em elevadores, ônibus, metrô, trens e consultórios médicos.

O que é a ABDOH
A exemplo de iniciativas similares já existentes em outros países, as principais empresas do mercado brasileiro que atuam no setor de mídia digital out of home decidiram se unir para criar uma associação representativa e de prestação de serviços do setor. Nasce assim a ABDOH, uma entidade cuja missão é incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, produzir e divulgar informações técnicas sobre o segmento, estabelecer normas e procedimentos éticos do setor, padronizar sistemas de controle e avaliação, além de ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio, posicionando-o como uma poderosa ferramenta da construção de marcas de produtos e serviços.
São 13 as empresas sócio-fundadoras da ABDOH:
- CerejaPRN (Varejo)
- CineBoteco (Bares e Restaurantes)
- Elemídia (Elevadores de Ed. comerciais, Hotéis e Universidades, além de academias e Lojas de conveniência)
- Elemidia Empresas (Comunicação Corporativa)
- Elemidia Mall (Shopping Centers)
- Indoormidia (Aeroportos e Shopping Iguatemi)
- Speed Cast (Varejo)
- Strat Digital Signage (Varejo)
- Subway Link (Supermercados e Varejistas)
- TV Minuto (Metro SP)
- TV Mulher & Mãe (Consultórios e Maternidades)
- TvTrem (Trens Metropolitanos – CPTM)
- TVO (Mídia Digital Móvel – Ônibus)
Essas companhias apresentaram um faturamento R$ 30 milhões em 2007 e os números do primeiro trimestre deste ano confirmam uma previsão de crescimento superior a 100%, o que representará um faturamento de mais de R$ 73 milhões até o fim de 2008. O impacto desse crescimento refletirá também na expansão do total de monitores instalados, que deve saltar de 9 mil para 20 mil unidades nesse mesmo período.
A mídia digital out of home mostra uma expansão inquestionável. Esse tipo de investimento ganha cada vez mais espaço no budget de marketing dos anunciantes, consolidando-se como uma solução para as marcas que querem atingir seus consumidores com taxas mínimas de dispersão. Importantes setores da economia já estão utilizando os monitores das empresas associadas à ABDOH. Entre elas: setor automobilístico, cartões de crédito, varejo, bancos, alimentos, beleza, cursos, cinema, governo, restaurantes, companhias aéreas, telefonia, assistência médica, laboratórias, refrigerantes, cuidados pessoais e limpeza, universidades, entre outros.
A estrutura organizacional da ABDOH está composta, além dos Conselhos Fiscal e Administrativo, por cinco Vice-Presidências, que coordenarão trabalhos nas áreas de marketing e relações com o mercado, pesquisa e sistemas de controle, desenvolvimento e inovações tecnológicas, administrativo-financeiro e assuntos jurídicos e de normas éticas, e relações com os associados. A entidade conta ainda com um Núcleo Estratégico e Operacional que fornecerá apoio à Diretoria e aos Conselhos, exercendo ainda funções estratégicas e voltadas para o desenvolvimento do mercado. Para essas funções, foram contratadas as empresas Singular Arquitetura de Mídia, por meio de Geraldo Leite e Bira Business & Marketing, na qual Ubiratan Macedo exercerá a função de diretor executivo da ABDOH.
Veja o site da Associação: http://www.abdoh.com.br/
A seguir alguns exemplos do que já está sendo feito no mundo:



terça-feira, 1 de julho de 2008

Tatuagem da Boa



A idéia da AlmapBBDO para a Antárctica foi tornar o Bar da Boa um viral de sucesso... E foi o que aconteceu!
Para convidar os amigos para o Bar da Boa, existe um viral que mostra a nova tatuagem da Juliana Paes. O internauta escreve o seu nome e o nome de um amigo a ser zuado. O nome de quem mandou a mensagem aparece tatuado no ombro da Juliana. Ela, toda sensual, diz para o amigo não ficar triste, porque também tem uma tatuagem para ele. Ela chama o Paulão e o nome do amigo aparece tatuado no traseiro dele.

Confira no hot site: http://www.tatuagemdaboa.com.br/

Resultados: Em apenas um mês, foram 1.200.000 usuários únicos e 6.300.000 pageviews. O número de cadastrados no site da Antarctica triplicou. É a sacanagem entre amigos rendendo um mailing e tanto para a Antárctica.

Fonte: valeponto.blogspot.com

Assista ao vídeo: