segunda-feira, 21 de julho de 2008

Saiba quando você poderá utilizar toda a tecnologia da TV Digital brasileira.

Os prazos estipulados no cronograma abaixo referem-se ao período de início e término do processo de implantação da televisão digital em diferentes regiões do território nacional, conforme disposto na Portaria do Ministério das Comunicações no. 652 de 10 de outubro de 2006.
Ou seja, as geradoras de sinal de televisão digital deverão iniciar suas transmissões dentro do período estipulado para cada grupo de localidades.

Observação: os prazos estabelecidos na Portaria MC no. 652 são relativos aos prazos para a consignação de canais destinados à transmissão digital, que é uma etapa anterior ao processo de implantação descrito no gráfico acima, que apresenta os prazos para o início da transmissão do sinal da televisão digital nas diversas regiões do país.
Note-se ainda que há prazos distintos para as geradoras e retransmissoras
Fonte: Fórum SBTVD

9 segredos por trás de vídeos virais

Dan Arckman ganha a vida realizando campanhas obscuras para grandes clientes. Faz parte do time de empreendedores que criaram seus negócios (no caso dele a agência The Comotion Group) sabendo muito bem onde estavam pisando, mesmo que isso queira dizer pisar num campo minado e inconclusivo chamado marketing viral.
Com o tempo e o sucesso de suas campanhas (ele diz ter dentro de casa um case que gerou 6 milhões de pageviews!) para clientes como grandes estúdios de Hollywood, marcas famosas e startup´s em busca da alta visibilidade do Youtube, Dan colecionou algumas dicas que compartilhou com os leitores do Techcrunch hoje à tarde, num post para o qual foi convidado a colaborar. Segue um resumão:
Vídeos virais não podem ter cara de vídeo viral, e muito menos de publicidade.
Conteúdo não é o único responsável: ele brinca usando a expressão “content is NOT the king” em referência à máxima na internet que diz que tudo depende do conteúdo. Sim, alguma coisa depende, mas outras características também são importantes, como duração (nunca mais 30 segundos), capacidade de ser remixado, não ter a cara de publicidade etc
Consiga chegar na página dos vídeos mais vistos: segundo ele é o grande lance. E para isso contrata gente para postar em blogs e foruns, cria usuários fakes etc. É o segredo mais “blackhat” em minha opinião.
Trabalhe bem os títulos: títulos como “por trás das cenas”, “chocante” etc. captam a atenção dos usuários e geram mais cliques
Trabalhe os Thumbnails: muito legal essa. Ele coloca sempre um frame inusitado exatamente no meio da edição (valendo inclusive abusar dos talentos físicos de modelos mais desinibidas), aproveitando uma funcionalidade do Youtube de congelar o filme no meio e exibir no thumbnail como um still.
Inicie conversações na caixa de comentários: aqui ele admite que usa e abusa de usuários fakes. Segundo Dan, a audiência se empolga ao ver brigas de trolls e usuários inflamados…
Lance todo seu material simultaneamente: um cliente uma vez disse que ia lançar toda semana um vídeo diferente. O conselho aqui é lançar todo o material no ar de uma vez só, lembrando sempre que a caixa de vídeos relacionados está ali para isso: aumentar a exposição da marca.
Tagueamento estratégico: outra grande dica. Invista em tags que ninguém mais usa e repita as mesmas tags em todos os vídeos da campanha, explorando assim, mais uma vez, a caixa de vídeos relacionados.
Medição eficaz: o post termina com a indicação de duas ferramentas para medir a eficiênca das campanhas: 0 TubeMogul e o VidMetrix.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

IAB Brasil lança Glossário de Métricas e Mídias Interativas

Iniciativa tende a auxiliar no planejamento de mídia e medição de resultados de campanhas
O Interactive Advertising Bureau - IAB Brasil colocou a disposição em seu site o primeiro guia que servirá de suporte para executivos de agências de publicidade, veículos e especialistas no setor. Com o intuito de difundir conhecimento sobre termos utilizados no dia-a-dia dos que acompanham a mídia digital, o 'Glossário de Métricas Interativas', foi elaborado pelo Comitê de Métricas da entidade e traz cerca de 60 verbetes sobre formatos e métricas relacionados à internet e mídias móveis, como telefones celulares e computadores de mão. "O documento não foi criado apenas para gerar um maior entendimento e esclarecimento para o mercado, mas também para servir de guideline: tem dúvidas? Consulte o glossário. Está confuso com algum verbete? Consulte o glossário. O chefe não entende o que você quer dizer? Passe o glossário. Ele é uma ferramenta e como tal, será devidamente atualizado, incluindo novos verbetes, a cada semestre", conta Cris Rother, diretora do comitê.De acordo com Cris, atualmente as medidas mais utilizadas pelo mercado são as que envolvem diretamente a performance, como CTR (click through rate), taxa de efetividade através do click direto e número de page-views. "As que causam maior estranheza são justamente as mais utilizadas como time spending (tempo gasto pelo usuário navegando na peça ou site) e usuários únicos, que seria o mesmo que pessoas impactadas", explica. Entre outros projetos desenvolvidos pelo Comitê estão a entrada do Monitor de Internet, previsto para Agosto, que possibilitará ao mídia e ao anunciante consultar dados do meio online, assim como TV, rádio e jornais.
Fonte: Meio & Mensagem Online

Pai do Atari defende publicidade em games

Nolan Bushnell é presidente do conselho da NeoEdge, que assinou recentemente um acordo com o Yahoo Games para colocar vídeos publicitários nos jogos gratuitos do site.

Nolan Bushnell, criador do Atari e considerado por muitos o grande chefão do mundo dos videogames, diz acreditar que os anunciantes devem disponibilizar uma quantia significativa de dinheiro para investir em publicidade nos chamados "games casuais".Ele é presidente do conselho da NeoEdge, que criou a rede de publicidade NeoAds. A companhia assinou recentemente um acordo com o Yahoo Games (que tem uma versão brasileira), para colocar vídeos publicitários nos jogos da companhia. Com isso, até o final do ano, o site oferecerá mais de 400 jogos gratuitos para baixar, pagos com publicidade.O Yahoo Games tem mais de 18 milhões de usuários nos Estados Unidos e é o destinos número um para jogos há mais de 50 semanas por lá. O diretor da companhia Kyle Laughlin, diz que o 60% dos usuários são mulheres, com idade entre 25 e 54 anos. Eles gastam 160 minutos por mês com os jogos casuais e são responsáveis por 86% das compras no lar.'Nós temos a potência da internet e os valores de produção do comercial de 30 segundos', diz Bushnell. 'Se compararmos as propagandas nos games com da televisão, seremos de três a cinco vezes mais efetivos', garante.Dados da EMarketer dizem que os investimentos em publicidade em games na web crescerão133% entre 2007 e 2012.
Fonte: Meio e Mensagem AdAge.

Conversores 'populares' serão lançados no dia 15.07.2008

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, confirmou para a próxima terça-feira, o lançamento, em São Paulo, de "conversor popular" para a TV digital, produzido pela empresa Proview. Segundo Costa, serão três modelos, sendo que o mais barato custará R$ 199 e fará a conversão do sinal digital para o analógico, permitindo que o consumidor continue usando o televisor atual.
Os outros dois modelos serão mais sofisticados e custarão R$ 249 e R$ 299. Esse último permitirá até que o televisor funcione como um computador com acesso à internet - poderão ser acoplados teclado e mouse ao conversor. Costa deu essas informações ao participar de audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 9.
O diretor-industrial da Proview, Jorge Cruz, havia dito na semana passada que o lançamento será em São Paulo porque a cidade concentra o maior mercado para esse tipo de equipamento. A estréia comercial da TV digital no país aconteceu ocorreu na capital paulista, em dezembro. Ele garantiu que a empresa está preparada para atender à demanda nas cidades de São Paulo, Rio e Belo Horizonte, onde as emissoras já estão operando com o sinal digital. A Proview é uma empresa de Taiwan, instalada na Zona Franca de Manaus e produz monitores de LCD para computadores, TVs e aparelhos DVDs.
Fonte: jornal O Estado de S. Paulo

As tecnologias avançam rapidamente. Vamos Reciclar!!!

Só 3% das pessoas reciclam celulares antigos

Uma pesquisa realizada pela Nokia em 13 países aponta que somente 3% das pessoas no mundo têm o hábito de reciclar seus celulares antigos - no Brasil este número é um pouco menor, de 2%. Segundo o levantamento, a maioria guarda em casa os aparelhos sem uso. Três em cada quatro consumidores nem sequer pensam em reciclar seus dispositivos e quase a metade ignora que seja possível fazer isso.
O trabalho se baseou em entrevistas com 6.500 pessoas, distribuídas entre Finlândia, Alemanha, Itália, Rússia, Suécia, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, EUA, Nigéria, Índia, China, Indonésia e Brasil. O estudo foi desenvolvido para ajudar a Nokia a descobrir mais sobre atitudes e comportamentos dos consumidores com relação à reciclagem e subsidiar os programas e esforços da empresa com vistas ao aumento dos índices de reciclagem de celulares em desuso.
“Muita gente desconhece o fato de que os aparelhos antigos e sem uso podem ser reaproveitados e como isso pode ser feito. A Nokia está trabalhando com dedicação para facilitar esse processo, dando mais informações e expandindo seus programas globais de recuperação”, diz Markus Terho, diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.
De acordo com o executivo, se todos os três bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho em desuso, poderíamos economizar 240.000 toneladas de matéria prima e reduzir a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas. “Juntas, pequenas ações individuais podem fazer uma grande diferença”, reforça Terho.
As conclusões ressaltam que, apesar de as pessoas já terem possuído, em média, cinco celulares, poucos deles foram reciclados. Conforme o estudo, 44% dos consumidores no mundo deixam os aparelhos sem uso guardados em casa, enquanto no Brasil este percentual cai para 32%. Mas há quem prefira dar outro destino para os antigos telefones: um quarto doa seus dispositivos para amigos ou familiares e 16% vendem seus aparelhos usados nos chamados mercados emergentes.
Em nível global, 74% disseram que não pensam em reciclar seus telefones, apesar do fato de quase o mesmo número, 72%, achar que a reciclagem faz diferença para o meio ambiente. Esse resultado se repetiu em muitos países, com 88% dos indonésios não considerando a reciclagem de aparelhos em desuso, 84% dos indianos e 78% dos brasileiros, suecos, alemães e finlandeses.
A pesquisa mostra que uma das principais razões por tão poucas pessoas reciclarem seus celulares é que elas simplesmente não sabem que isso é possível ou como fazê-lo. Até 80% dos materiais dos aparelhos da Nokia são recicláveis – reutilizados podem ser aproveitados para fazer novos produtos como chaleiras de cozinha, bancos de parques, obturações dentárias e até saxofones. Em todo o mundo, metade das pessoas entrevistadas não sabia que os telefones podem ser reciclados dessa forma, sendo esse conhecimento mais baixo na Índia, com 17%, e na Indonésia, com 29%, e mais alto no Reino Unido, com 80%, e na Finlândia e Suécia, com 66%.
“Utilizando-se a melhor tecnologia de reciclagem, quase nada é desperdiçado. O plástico que não pode ser reutilizado é queimado para produzir energia para o processo de reciclagem, enquanto outros materiais são moídos em pequenos pedaços e usados como material de construção ou na construção de estradas. Desse modo, nada deve ir para o lixo”, completa o diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.
Muitas pessoas entrevistadas na pesquisa, mesmo as que estavam cientes de que um aparelho podia ser reciclado, desconheciam como fazer isso. Dois terços disseram que não sabiam como reciclar um aparelho em desuso e 71% ignoravam onde fazer isso.
A Nokia tem pontos de coleta de celulares em 85 países.As pessoas podem deixar seus aparelhos antigos nas lojas da Nokia e em quase cinco mil centros de atendimento. Para encontrar o ponto de coleta mais próximo, basta visitar a página http://www.nokia.com/werecycle.
Em resposta às conclusões da pesquisa, a Nokia está desenvolvendo campanhas e atividades para dar às pessoas mais informações sobre reciclagem do corpo, baterias, carregadores e acessórios de celulares. A empresa está também ampliando seu programa global de recuperação, adicionando mais caixas de coleta e intensificando a divulgação para despertar uma maior conscientização.
Fonte: Laís Prado - CCSP

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Mecanismo anticópias na TV Digital divide opiniões

Apesar do governo não ter posição fechada, Ministério da Cultura vê problemas nos mecanismos propostos.
Com a TV Digital aberta já implantada em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, a criação de mecanismos anticópias para se evitar a reprodução indiscriminada dos conteúdos segue sem definição. O governo não tem posição fechada sobre o tema, a radiodifusão quer a proteção dos conteúdos e os organismos de defesa do consumidor alegam que qualquer restrição neste sentido trará prejuízos aos telespectadores. O assunto foi debatido na tarde desta terça-feira, 8, na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.O consultor da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), João Carlos Müller, destacou que as medidas tecnológicas de bloqueio às cópias que estão sendo propostas pelo setor estão de acordo com as convenções internacionais. Müller afirmou que, ao permitir uma cópia já está garantido o direito da reprodução doméstica sem prejuízos aos autores das obras, mas o que não pode acontecer é a geração de cópias indiscriminadamente."Um cópia pode, o que não pode é gerar filhotes", disse Müller.Para Marcos Alves de Souza, coordenador-geral de Direitos Autorais do Ministério da Cultura, o argumento defendido pelos radiodifusores não se sustenta. Souza garante que a adoção de ferramentas que impeçam a gravação de cópias pelos cidadãos não evitará a pirataria, trará danos apenas para os que desejam fazer cópias que não necessariamente seriam reproduzidas em larga escala. Ele destacou ainda que as tecnologias disponíveis não evitam a pirataria, mostrando que já há sites ensinando como quebrar o bloqueio tecnológicos aos consumidores."Na visão do Ministério da Cultura a restrição é tecnologicamente inviável, pois os sistemas de bloqueio em discussão já podem ser quebrados", destacou Souza.Frederico Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), argumentou que o bloqueio é necessário e consiste em um modelo de proteção das produções veiculadas na TV. Para ele, uma cópia em alta definição e reproduções em qualidade inferior deverão ser permitidas, mas o que não deve ocorrer é a oferta de um meio de reprodução em alta definição em larga escala promovendo a pirataria.O debate na comissão da Câmara serviu para esclarecer as dúvidas que pairam sobre a implementação ou não de sistemas anticópias. Durante o debate o representante do Ministério da Cultura informou que o Japão, país que possui sistema semelhante ao brasileiro de TV Digital, deixou de restringir a apenas uma cópia a reprodução de programas autorizando até nove reproduções.
Fonte: Alexandra Bicca - Meio e Mensagem