domingo, 7 de junho de 2009

Rafinha 2.0

Este vídeo, criado por Gustavo Donda e a equipe da TV1 e apresentado na 1ª Conferência Web 2.0, demonstra a revolução causada pelas mudanças tecnológicas. Ele resume bem o comportamento das pessoas no mundo da digitalização. São quase 10 minutos, mas vele assistir até o final...


segunda-feira, 1 de junho de 2009

REALIDADE AUMENTADA

Dica de Marcelo Costa, estudante de Publicidade e Propaganda em BH e frequentador do blog Publicidade na Era Digital: http://www.baixaki.com.br/info/2124-como-funciona-a-realidade-aumentada.htm

É uma matéria bem interessante que mostra como funciona esta tecnologia que mistura o mundo real e o virtual e que está fazendo a cabeça de muitos publicitários.

Um exemplo citado no texto é a campanha dos salgadinhos Doritos, que trazem nas suas embalagens imagens que quando mostradas para a sua webcam, dentro do site da promoção, fazem com que um personagem fã de Doritos salte para fora da embalagem e comece a aprontar.

A campanha utiliza também o Orkut, onde os personagens podem até interagir entre si.


Confira o vídeo:


Mais um exemplo, agora da Skol:

SBT vence prêmio Tela Viva Móvel com case Gols do Pelé

O SBT foi o grande vencedor do prêmio Tela Viva Móvel na categoria Melhor Serviço de Interatividade com Mídia. O case Gols do Pelé foi eleito pelo público leitor como o melhor de 2008. A premiação, organizada pela Converge Comunicações, teve como seus finalistas, além do SBT, um case da Bandeirantes e um da Oi FM.


O vencedor Gols de Pelé, lançado em novembro de 2008 e em vigor até o último dia 30 de maio, é um case idealizado pelo departamento de novos negócios do SBT - comandado por Jean Louis Teppet - que consiste em três modelos de interatividade: quiz, enquete e concurso cultural.


O usuário tem a possibilidade de ganhar prêmios semanais, atingindo determinado número de pontos no quiz com perguntas sobre Pelé. A enquete é estabelecida na primeira pergunta do quiz: Qual o gol mais bonito de Pelé em Copas do Mundo?, não havendo resposta certa ou errada para ela. O concurso cultural surge com a segunta pergunta: Por que você acha este o gol mais bonito de Pelé em Copas do Mundo?. Com essa frase, o participante concorre a dois carros por período de apuração. A campanha obteve 462 mil votos na enquete, base de 550 mil assinantes do Quiz Premiado Pelé, mais de 1 milhão de frases enviadas para o concurso cultural e 54 milhões de mensagens trafegadas entre dicas e respostas ao quiz.

Fonte: Assessoria SBT

domingo, 10 de maio de 2009

Jornais dos EUA farão parceria com leitor eletrônico

Conteúdo do "New York Times", "The Washington Post" e "The Boston Globe" estará disponível no novo aparelho "Kindle DX", da Amazon, a partir do terceiro trimestre

Em mais um esforço para tentar salvar os jornais impressos norte-americanos da crise propiciada pela queda de circulação e de faturamento publicitário, três títulos dos Estados Unidos apostarão nos aparelhos de leitura digital .

"The New York Times", "The Washington Post" e "The Boston Globe" anunciaram uma parceria com a Amazon para distribuir os seus conteúdos no novo leitor eletrônico de livros "Kindle DX", a partir do terceiro trimestre de 2009.

A idéia é iniciar os testes em pequena escala, distribuindo os aparelhos em regiões onde a entrega em domicílio desses jornais não chega. Ainda não foram revelados os custos e os preços da versão eletrônica dos jornais, mas a idéia é que o custo do aparelho seja subsidiado em parte pelas próprias editoras de jornais, em troca de compromisso de acordos de longo prazo.

O "Kindle DX" possui uma tela de cerca de 25 centímetros e foi desenvolvido especialmente para possibilitar a leitura de impressos de formato maior - no caso, jornais. De acordo com a Amazon, o preço de mercado do novo leitor eletrônico será de US$ 489.

Fonte: Gazeta Mercantil com Financial Times.

Preparados para o e-book?


O Reader e o Kindle, aparelhos eletrônicos de leitura que sacudiram o setor editorial, ganham mais espaço no exterior. No Brasil, a oferta de obras pela via digital ainda engatinha

O mercado editorial global se agitou com o surgimento dos livros virtuais, ou e-books. A expectativa é que os aparelhos que permitem acessar obras pela via digital possam se tornar aliados para aumentar o faturamento das editoras. Mas isso acontece no exterior. No Brasil, o crescimento desse segmento ainda esbarra no difícil acesso a equipamentos compatíveis, que custam caro e têm seu uso em boa parte limitado aos consumidores que vivem na Europa, nos Estados Unidos e no Japão.

Desde que o Rocket E-book surgiu, em 1998, lançado pela NuvoMedia Inc, muita coisa mudou. O primeiro livro eletrônico tinha como maior deficiência o fato de seu conteúdo não ser compatível com o dos demais aparelhos que surgiram depois. Com isso, as editoras que disponibilizam conteúdo virtual tiveram de trabalhar com diversos formatos e modelos de texto.

Com o avanço tecnológico, a leitura por meio do e-book ficou mais agradável. Os equipamentos de hoje têm a espessura de um lápis e páginas adaptadas para ler sob o sol e utilizam rede wireless com carregamento mais veloz de arquivos. O Sony Reader, lançado em outubro de 2006, e o Kindle, da varejista Amazon, no mercado desde 2007, são a sensação da literatura digital, ao menos nos países onde ela está mais desenvolvida.

O Kindle já tem cerca de 250 mil livros em sua loja online. Ele tem para download, por exemplo, o best seller Crepúsculo, de Stephenie Meyer, por US$ 6,04, além das edições da revista The New Yorker e do jornal The New York Times. O Reader também tem um acervo vasto - como o celebrado O Leitor, de Bernard Schlink, por US$ 11,99, e o clássico Moby Dick, de Herman Melville.

A tendência é de que essa "biblioteca" fique ainda maior, já que o Google "cedeu" meio milhão de clássicos digitalizados para os usuários do Reader fazerem suas consultas gratuitamente.

No entanto, o preço dos aparelhos ainda é bastante salgado. A segunda versão do Kindle, lançada recentemente, não sai por menos de US$ 359 no site da Amazon. O Reader é vendido na página da Sony por US$ 299,99.

No movimento a favor da leitura sem papel também estão a Netronix, de Taiwan, que produz modelos touchscreen, e a Polymer Vision, da Holanda, que vai desenvolver um modelo dobrável.

Há quem diga que o formato digital irá superar os livros de papel em um futuro breve. Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), porém, considera isso improvável. "As revistas e os jornais impressos não foram substituídos pelos sites de notícias. Volta e meia, anuncia-se ao mundo a 'morte' de alguma coisa. Mas o fato é que o público tem seus hábitos, e o prazer de folhear literalmente um livro ou uma revista é único", diz.

Apesar disso, Rosely acredita que as novas editoras vão aderir às novas tecnologias. "Só que isso não acontecerá do dia para a noite. Nos Estados Unidos, onde o comércio de e-books está pelo menos cinco anos mais adiantado do que no Brasil, as obras digitalizadas correspondem a mais ou menos 1% das vendas", observa.

De qualquer maneira, para se manterem competitivas as editoras precisam estar atentas às tendências e inovar. Neste ano a gigante Barnes & Noble comprou a editora eletrônica Fictionwise, por US$ 15,7 milhões, em uma movimentação que reflete o objetivo de competir nos formatos eletrônicos, assim como o fez a editora norte-americana HarperCollins, sediada em Nova York, que lançou o programa Ful Acess, dando acesso em seu site a edições completas de títulos de seu catálogo, entre os quais estão A Bruxa de Portobello, de Paulo Coelho.

Incentivando o acesso ao conhecimento disponível nos livros, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) inaugurou recentemente a Biblioteca Digital Mundial, que permite que os internautas consultem sem custo algum - e em diversas línguas - o acervo de bibliotecas e instituições culturais de diversos países, entre eles o Brasil.

Mercado brasileiro

De olho nas demandas do consumidor, uma série de editoras brasileiras nasceu para atuar especificamente no ambiente digital. A Papel Virtual surgiu como um projeto de pós-graduação de um aluno da PUC/Rio em 1998 e baseia-se na publicação de livros científicos. Ali, os leitores podem escolher entre comprar o livro no formato tradicional (em papel) ou em arquivos digitais. A iEditora, inaugurada em 2000, é mais voltada aos livros de informática e começou vendendo livros em formato PDF pela web.

A Pearsons já disponibiliza cerca de 80% dos livros da editora em sua biblioteca virtual universitária, em que é possível ler as obras na íntegra. "O meio editorial vem sofrendo com o conteúdo fracionado e compartilhado, assim como aconteceu com a indústria da música. A biblioteca surgiu como alternativa para o cliente, que coíbe esse tipo de prática", explica Roger Trimer, gerente editorial da Pearson Education. A editora também estabeleceu parcerias com universidades, que pagam pelo conteúdo para disponibilizá-lo aos alunos. "Essa área ainda está engatinhando no Brasil muito em função da questão da segurança. A internet é frágil com relação à proteção. Acredito que nossa indústria esteja esperando um padrão para vender conteúdo de maneira segura", explica.

Na Editora Melhoramentos o processo de digitalização já começou. Breno Lerner, diretor geral da empresa, afirma que só vê vantagens nesse processo, já que haverá redução dos custos com esse novo canal de distribuição. "Já temos dicionários online há algum tempo e estamos com uma proposta adiantada para fornecer conteúdo para dois portais. É preciso entender que nós somos fornecedoras de conteúdo, não importa qual seja a mídia. Enxergo este momento como uma oportunidade, e não uma ameaça", conclui.

Fonte: M&M Online

quinta-feira, 26 de março de 2009

Nos EUA a receita do setor deve crescer de US$ 160 milhões em 2008 para US$ 3,1 bilhões em 2013.

Especificações técnicas e de boas práticas elaboradas pela Mobile Marketing Association são divulgadas esta semana para o setor.Anunciantes e agências que apostam em publicidade móvel no Brasil passam a contar com especificações técnicas e de boas práticas elaboradas pela Mobile Marketing Association, com o apoio do comitê de mobilidade do IAB Brasil. Os manuais começam a ser divulgados a partir desta terça-feira (24/03) durante um fórum promovido pela MMA, esta semana, em São Paulo e estão disponíveis pela internet.

De acordo com Terence Reis, diretor da MMA para América Latina, os manuais de Melhores Práticas no Trato com o Consumidor e Instruções sobre Publicidade Móvel abordam desde instruções técnicas envolvendo formatos de anúncios e fornecedores, a melhores práticas para 16 tipos de ações de marketing móvel - envio de mensagens de texto (SMS), 'quiz' etc. - e assuntos ligados à privacidade do consumidor. "Neste processo, por exemplo, o consumidor que pediu para receber um conteúdo não pode ter seu contato usado em outras ações, sem autorização prévia", observa Reis.

Na avaliação de Abel Reis, presidente da AgênciaClick e responsável pelo comitê de mobilidade no IAB Brasil, após o estalo do mercado publicitário provocado pelo lançamento do iPhone 3G e a expansão das redes de terceira geração no Brasil, o ano de 2009 deve marcar a evolução da mídia móvel.

"Temos uma população de mais de 152 milhões de usuários de telefonia celular no Brasil, mas não uma audiência", observa. "É o momento de estabelecer parâmetros importantes para este setor como uma formatação comercial adequada e informações mais sólidas [em métricas de resultados] para que o anunciante sinta-se confortável para trabalhar com a mídia móvel, de forma previsível e natural", avalia Abel Reis.

Por enquanto, a MMA e o IAB não possuem dados consolidados sobre o tamanho do mercado de publicidade móvel no Brasil. Nos Estados Unidos – mercados que vem amadurecendo como o europeu em mobile marketing - a receita de publicidade móvel deve crescer de 160 milhões de dólares em 2008 para 3,1 bilhões de dólares em 2013, revela uma pesquisa do The Kelsey Group, divulgada em fevereiro de 2009, pela associação 3G Americas.

Público receptivo E o consumidor brasileiro estaria interessado em participar de campanhas móveis? Uma pesquisa recente divulgada pela Mobile Marketing Association (MMA) garante que sim. O estudo feito em agosto do ano passado 1.301 usuários na Argentina, no Brasil e no México mostra que os brasileiros são os mais receptivos a ações de marketing por meio de seus dispositivos móveis.

A avaliação realizada pela Synovate, em agosto de 2008, mostra que 34% dos brasileiros entrevistados têm grande interesse em campanhas de marketing pelo celular ou smartphone, acima da média de 26% dos outros dois países entrevistados - 29% dos mexicanos e 18% entre os argentinos.
Fonte: IDG Now

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

"O Google Quer Dominar o Mundo"

"O Google quer dominar o mundo". É só buscar esta frase (adivinha aonde?) no Google para percerber que essa afirmação foi feita diversas vezes (mais especificamente 918). O mais novo burburinho é que o fenômeno quer comprar o Twitter (http://twitter.com). A rede social, fundada em 2006, permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las. Usuários podem receber atualizações de um perfil através do site oficial ou por RSS, SMS ou programa especializado.

Numa palestra que assisti no ano passado, o multimídia Marcelo Tas afirmou utilizar esta poderosa ferramenta interativa para conferir o que o público acha das matérias veiculadas no programa CQC da Band. O apresentador disse que assim que o programa (ao vivo) termina, ele entra na rede para conferir o que foi comentado pelos usuários no momento em que o CQC estava no ar. É uma forma de ter retorno imediato.

Mariana Lapolli
Confira a matéria "Google quer comprar Twitter, diz Battelle" da INFO Online de 26/02/2009:
O Twitter pode estar na mira do Google, segundo John Batelle, um dos fundadores da Wired e especialista no mercado de buscas.
Batelle disse em um post no seu blog que o Twitter pode interessar ao Google pelo mesmo motivo que o YouTube interessou no passado: aumentar seu inventário de buscas.
“O YouTube era a nova forma de busca que mais crescia na web e o Google tirou todo mundo da jogada para comprá-lo. Não para entrar em monetização de vídeo em si, mas para controlar a mais importante forma emergente de busca. Em resumo, o Google não podia se dar ao luxo de não ter o YouTube”, argumenta Batelle.
A aposta se mostrou certeira. Hoje o site já registra mais buscas que o Yahoo, rival mais próximo do Google no segmento.
De acordo com o jornalista, o mesmo raciocínio pode se aplicar às buscas em conversas em tempo real, que são a tendência emergente do momento. O Twitter é o YouTube da vez, sugere Batelle.
Mas apesar do seu enorme poder de fogo, o Google pode não levar o Twitter tão fácil assim. Batelle pondera que dois dos principais fundadores do Twitter - Biz Stone, and Evan Williams - já venderam uma empresa para o Google – o Blogger – e não devem estar ávidos para fazê-lo de novo.
Além disso, o Twitter está bem capitalizado, com as diversas rodadas de investimentos que vem recebendo. A empresa está em uma situação tão confortável que disse não a uma oferta de 500 milhões de dólares do Facebook, destacou Batelle.